NFL

GM dos Lions diz que se maconha eliminasse atletas do draft, não sobraria metade

Crédito: instagram/reprodução

A maconha está na moda na NFL novamente. A polêmica com Laremy Tunsil fez o assunto voltar a ser discutido na liga e a opinião mais fora do comum veio do general manager do Detroit Lions, Bob Quinn. Ele foi perguntado se um jogador fumar maconha o tiraria de sua consideração para ser escolhido no Draft.

“Se tirássemos jogadores de nosso quadr porque ele fumou maconha na universidade, metade deles não seriam selecionados. Realisticamente, nos dias de hoje, você tem que avaliar o risco e ganho de cada jogador”, disse o dirigente.

Quinn já disse antes o que para ele seriam bandeiras vermelhas (coisas que o fazem desconsiderar um atleta). Violência doméstica e problemas com armas são coisas que alarmam Quinn. Mas mesmo assim ele não deixa de avaliar o atleta.

“(O que importa) é o valor do jogador comparado ao risco que envolve selecionar ele. Então não é que esses caras estão fora da seleção. Só que você tem que calcular o risco e possível ganho de selecionar um cara desses”, afirmou o dirigente.

E por pouco, Tunsil não caiu o suficiente para os Lions poderem selecionar ele. O tackle caiu até a posição 13, quando o Miami Dolphins o escolheu, sendo que os Lions acabaram selecionando na posição 16, o também linha ofensiva Taylor Decker, da Ohio State University.

 

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