NFL

General manager do Houston Texans não vê pressão para draftar quarterback

Rick Smith, general manager do Houston Texans

(Crédito: Twitter/reprodução)

Tom Savage e Brandon Weeden. Esses são os dois únicos quarterbacks atualmente no elenco no Houston Texans, sendo o primeiro o virtual titular em 2017 e o segundo um reserva, no máximo, decente.

Apesar disso, nada de pressão para escolher um quarterback na primeira rodada do draft de 2017, que será na próxima quinta-feira (27).

O general manager Rick Smith, da franquia texana, deixou claro que a organização pretende iniciar o training camp, em julho, com três quarterbacks no elenco. Mas o executivo não especificou se pretende adicionar esse terceiro QB (seja ele quem for) pelo draft ou pela free agency.

E Smith parece estar satisfeito com a ideia de ter Savage como titular na semana 1 da próxima temporada.

“Eu acho que ele provou que entende esse ataque. Acho que ele provou que pode jogar em alto nível no ataque. Ele esteve lesionado, então não teve muito tempo para fazer isso, mas estou confortável com isso”, declarou Smith nesta sexta-feira (21).

Vale lembrar que os Texans trocaram Brock Osweiler com o Cleveland Browns no mês passado, em negociação que serviu basicamente para se livrar do pesado contrato do QB.

Os Texans vão olhar para a principal posição do ataque no draft e Rick Smith acredita que há “muitas variáveis” para avaliar um jovem quarterback e projetar se ele poderá ter sucesso em nível profissional. No geral, contudo, ele acredita que a classe de quarterbacks no draft deste ano é boa, mas vai avaliar o que o time precisa antes de selecionar algum, eventualmente.

“Há muita diversidade neste draft. E, em muitos aspectos nesse draft, vai ser a beleza nos olhos de quem vê. É ‘o que é essa visão para esse jogador para acharmos que ele pode vir aqui e fazer algo por nosso time’ e isso faz parte do processo de avaliação”, pontuou.

O Houston Texans tem a escolha número 25 do draft e, mesmo se o time selecionar um QB nessa posição, Rick Smith reconhece a dificuldade de um calouro ser titular imediatamente.

“É difícil jogar de quarterback no primeiro ano na liga. Porque há tantas coisas diferentes que um cara tem que aprender a processar que ele não tinha que fazer, independentemente do esquema ofensivo em que ele jogou. Há uma quantidade significativa de coisas que ele tem que processar em nosso nível”, observou. “E essa é uma das coisas que torna difícil para jogar na posição logo no começo em nossa liga, porque os caras têm que aprender a fazer essas coisas. É raro quando você pode conseguir um cara que pode entrar e jogar em alto nível na posição desde cedo. Mas é certamente possível”, finalizou o general manager dos Texans.

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