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Drew Brees: time dos Saints está completamente diferente daquele da semana 1

Drew Brees, quarterback do New Orleans Saints

(Crédito: Twitter/reprodução)

O New Orleans Saints não começou bem na temporada 2017 e abriu a campanha com uma derrota por 29 a 19 para o Minnesota Vikings, no dia 11 de setembro. Agora, quase meses mais tarde, o time se prepara para voltar ao U.S. Bank Stadium para medir forçar com o mesmo adversário, mas agora em jogo que vale uma vaga na final da Conferência Nacional (NFC).

E qualquer um que comparar a atuação da franquia da Louisiana naquela noite com os últimos jogos pode perceber uma equipe com cara completamente diferente.

O quarterback Drew Brees, astro dos Saints, notou nesta semana que ambos os times são bem diferentes em relação àquele jogo na semana 1 e, desta forma, não há muita coisa possível de se extrair daquela partida.

“É completamente diferente. Você ainda está tentando se encontrar, ainda está tentando estabelecer a sua identidade, então isso parece coisa de eras, eras atrás”, falou o camisa 9, segundo o ‘New Orleans Advocate’.

Uma das provas dessa diferença gritante é que os Saints ainda tinham Adrian Peterson liderando o backfield do time. Porém, o veterano foi trocado com o Arizona Cardinals no começo da temporada e New Orleans ficou com um dos backfields mais poderosos da liga, com Mark Ingram e Alvin Kamara comandando as ações e dando uma média de 129,4 jardas terrestres por jogo na temporada para os Saints.

O ataque aéreo também ainda não estava encaixado na semana 1, com Ted Ginn Jr. ainda encontrando seu espaço e tudo mais.

“Nós não sabíamos o que tínhamos no lugar quando saímos desse acordo no começo do ano. Nós nos arrumamos com um monte de opções, muitos jogadores diferentes e coisas assim. À medida que a temporada avançou, meio que achamos nosso ritmo e quem somos”, falou Ginn.

A defesa dos Saints também encaixou completamente desde setembro, com o cornerback calouro Marshon Lattimore se estabelecendo como candidato ao prêmio de Calouro Defensivo do Ano e outros nomes defensivos crescendo de produção.

Os Vikings também mudaram de maneira significativa desde a semana 1. Após a grande atuação do quarterback Sam Bradford na estreia, o time perdeu o QB para uma lesão no joelho, Case Keenum assumiu o posto de titular e manteve o ataque jogando muito bem.

O running back calouro Dalvin Cook, que estabeleceu um recorde dos Vikings de jardas terrestre em uma estreia, com 127 somadas contra os Saints, rompeu o ligamento cruzado anterior semana mais tarde. Latavius Murray e Jerick McKinnon então apareceram para manter o ataque balanceado.

“Eu acho que ambos os times são diferentes. Há algumas semelhanças no que diz respeito ao esquema, mas acho que quando você passa pelo curso de uma temporada da NFL e olha para o atrito que ocorre, há oito ou nove de nossos titulares que estavam naquele jogo e que não vão jogar neste jogo e tenho certeza que o mesmo ocorre com Minnesota. Você começa a tomar forma à medida em que a temporada avança para se tornar quem é, e acho que ambos os times fizeram isso”, observou o técnico Sean Payton, dos Saints.

Agora, os Saints buscam avançar à final da NFC para, quem sabe, novamente estarem no U.S. Bank Stadium no dia 4 de fevereiro, jogando no Super Bowl LII.

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