NFL

Dak Prescott é acusado de usar máquina para dar autógrafos

Dak Prescott, quarterback do Dallas Cowboys

(Crédito: Instagram/reprodução)

O quarterback Dak Prescott, do Dallas Cowboys, está sendo acusado de usar uma máquina para dar seu autógrafo para uma empresa de memorabilia em vez de fazer a assinatura manualmente.

A Beckett Grading Services, que examina e avalia cartões colecionáveis, se recusou a verificar a assinatura do camisa 4 dos Cowboys em um conjunto de cartões recentes.

Steve Grad, que é o principal autenticador da Beckett, declarou que sua empresa olhou em cinco cartões autografados de colecionadores que receberam resgates de autógrafos de Prescott do conjunto Prizm 2016, da Panini, e as assinaturas pareceram suspeitas.

“Eles tinham uma aparência muito parecida com uma máquina. Você pode ver os começos e as paradas”, frisou Grad.

A falta de fluxo natural que é associado com assinaturas reais levou à conclusão de Steve Grad de que elas foram feitas por autopen, uma máquina com a qual políticos costumavam assinar documentos em massa desde o final dos anos 1950.

“Eu imediatamente soube que elas eram de autopen. Nunca ouvi falar de um atleta moderno fazendo isso”, ressaltou Grad.

Há a possibilidade, inclusive, de o quarterback do Dallas Cowboys nunca ter tido contato com os cartões, visto que os rótulos em branco a serem assinados e até mesmo os cartões em si são enviados primeiramente aos agentes de marketing dos atletas.

Quando a Panini envia cartões ou memorabilia para serem assinados por um atleta, é exigido que o profissional assine uma declaração juramentada de que o que está retornando é genuíno.

Em maio, a Panini disse que descobriu que alguns dos cartões autografados pelo linebacker Takkarist McKinley, calouro selecionado pelo Atlanta Falcons na primeira rodada do draft de 2017, não foram autografados de verdade pelo jogador. A empresa então prometeu enviar autógrafos autênticos para os clientes que reclamaram das assinaturas nos cartões de McKinley.

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