NFL

Contrato reestruturado de Tyrod Taylor traz corte salarial de US$ 10 milhões

Tyrod Taylor, quarterback do Buffalo Bills

(Crédito: Twitter/reprodução)

O quarterback Tyrod Taylor, do Buffalo Bills, vai receber um corte salarial no valor de US$ 10 milhões como parte de um contrato reestruturado que ele assinou na semana passada, de acordo com documentos da NFLPA (NFL Players Association) obtidos pela ‘ESPN’ norte-americana.

Taylor vai faturar US$ 30,5 milhões em 2017 e 2018 combinados antes de seu contrato automaticamente ser anulado no quinto dia depois do Super Bowl, em fevereiro de 2019.

Sob o acordo anterior, o quarterback dos Bills teria faturado US$ 40,5 milhões em 2017 e 2018 combinados se a franquia exercesse uma opção em seu contrato que manteria o atleta com vínculo com a equipe até 2021.

O Buffalo Bills renegociou o contrato de Taylor para evitar os US$ 30,75 milhões que se tornariam garantidos no dia 11 de março. Sob o novo acordo, o quarterback terá apenas US$ 15,5 milhões garantidos.

O corte salarial aceito pelo camisa 5 sugere que o jogador não acreditava que ele receberia um contrato melhor de outro time se tivesse sido dispensado pelos Bills.

Taylor afirmou na semana passada que Adisa Bakari, agente do jogador, conversou com “alguns times” durante o NFL Scouting Combine, no início deste mês, e depois de fazer isso, eles decidiram aceitar o contrato reestruturado oferecido pelos Bills.

O impacto de Tyrod Taylor no teto salarial de 2017 vai cair de US$ 15,9 milhões para US$ 9,7 milhões sob os termos do contrato reestruturado. Se os Bills mantiverem o QB para a temporada 2018, o signal caller vai ‘pesar’ US$ 18,1 milhões no salary cap, enquanto que este número seria US$ 16,8 milhões no contrato anterior.

Se Taylor não tivesse aceitado o corte salarial, era provável que o Buffalo Bills o tivesse dispensado.

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