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Colin Kaepernick está disposto a ir a qualquer lugar para tentar voltar à NFL

Colin Kaepernick, quarterback da NFL

(Crédito: San Francisco 49ers/divulgação)

Atualmente sem time, o quarterback Colin Kaepernick segue dedicado em sua tentativa de voltar à National Football League, trabalhando em um regime diário que dura várias horas, segundo reportagem da ‘CBS Sports’ publicada neste domingo (8).

Kaepernick teve uma conversa longa com o jornalista Jason La Canfora, da ‘CBS Sports’, e na entrevista que não foi filmada ele disse que vai a qualquer lugar para fazer teste em um time da NFL. O signal caller também disse não ter problema se o time desejar que o teste seja mantido em segredo.

Ainda segundo a reportagem, Kaepernick afirmou que está procurando uma oportunidade para jogar profissionalmente e que apenas quer ser julgado como jogador de futebol americano.

O quarterback teria dito que se manteve em silêncio sobre seu desejo de jogar para evitar que uma grande distração seja causada. O agente do atleta teria também entrado em contato com as 32 franquias da NFL para exaltar a disponibilidade do QB e Kap teria dito que o Tennessee Titans sabia que ele queria fazer um teste para eles na semana passada.

Kaepernick não esteve entre os quatro quarterbacks convidados pelos Titans para um teste e a franquia de Nashville acabou contratando Brandon Weeden para ser uma opção extra depois da lesão sofrida pelo titular Marcus Mariota.

Na reportagem, La Canfora deu detalhes sobre o treinamento diário de Kaepernick, dizendo que o quarterback acorda às 4h em Nova York, faz uma viagem a Nova Jersey e fazer um treino de várias horas que inclui mais de 100 passes lançados. O atleta também trabalha em uma academia por várias horas.

Enquanto está afastado da NFL, Kaepernick tem focado em trabalho de caridade, trabalhando com crianças em Harlem e coletando fundos que estão distribuindo um total de US$ 1 milhão para vários grupos necessitados.

Colin Kaepernick não arranjou um novo emprego na NFL desde que decidiu sair de seu contrato com o San Francisco 49ers.

Em 2016, o quarterback iniciou uma onda de protestos durante o hino nacional dos Estados Unidos para trazer luz às injustiças sociais e raciais no país. O movimento se espalhou pela NFL e atraiu muitos tipos de reações, entre elas as negativas do presidente Donald Trump.

A NFL não conversou com Kaepernick para discutir problemas sociais e os comentários feitos por Trump no mês passado fizeram com que mais jogadores da liga optassem por protestar durante o hino.

Kaepernick afirmou neste ano que não vai se ajoelhar mais durante o hino dos EUA caso assine com um time da NFL. Ele também planeja doar o dinheiro derivado das vendas de suas camisas para instituições de caridade.

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