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Cameron Jordan assina extensão com Saints; veja mais movimentações

Cameron Jordan, defensive end do New Orleans Saints

(Crédito: Twitter/reprodução)

O New Orleans Saints fechou uma extensão de contrato de três anos de duração com o defensive end Cameron Jordan e, assim, o pass rusher agora tem vínculo com a franquia da Louisiana até a temporada 2023 da National Football League.

A renovação de contrato foi confirmada pelos jornalistas Adam Schefter, da ‘ESPN’ norte-americana, e Ian Rapoport, da ‘NFL Network’.

O acordo tem valor de US$ 52,5 milhões, podendo chegar a um máximo de US$ 55,5 milhões, e inclui US$ 42 milhões em dinheiro garantido. Os detalhes também foram apurados por Schefter e Rapoport.

Esta extensão se dá quatro anos depois que o defensor assinou uma extensão de contrato de cinco anos, US$ 55 milhões, em junho de 2015. Agora, Jordan está sob contrato pelos próximos cinco anos e pode faturar até US$ 74,5 milhões.

É um tanto quanto raro para um jogador da NFL assinar uma extensão com dois anos remanescentes em seu atual acordo. Mas o camisa 94 é um jogador que merece estar neste patamar, já que é um exemplo de profissional.

Prestes a completar 30 anos de idade, já que faz aniversário no dia 10 de julho, Jordan queria segurança financeira neste momento e os Saints queriam manter o seu principal líder defensivo contente, assegurando que ele termine sua carreira profissional em Nova Orleans.

Mais cedo nesta terça, Jordan não confirmou que chegou a um acordo de extensão, mas ele debateu quão importante é para ele atuar com uma única camisa por toda sua trajetória na NFL.

“Meu objetivo é ganhar um Super Bowl aqui. Então, meu objetivo será ganhar outro Super Bowl. Eu sempre disse que Nova Orleans se tornou minha casa. Meus filhos estão em Nova Orleans. Eu estarei em Nova Orleans até que eles decidam que não me querem mais. (…) Meu pai (Steve Jordan) jogou pelos Vikings por 13 anos. Eu sempre disse que queria estar no mesmo time pelo restante da minha carreira”, falou Jordan.

Selecionado pelos Saints na primeira rodada do draft de 2011, Cameron Jordan soma 71,5 sacks, 410 tackles combinados, 10 fumbles forçados, duas interceptações (uma retornada para touchdown) e 44 passes desviados em 128 partidas de temporada regular.

Confira mais movimentações ao redor da NFL no mercado e no minicamp:

– O defensive tackle Chris Jones, do Kansas City Chiefs, não está presente com o time no início do minicamp e ele não deve comparecer à fase de treinos obrigatória de três dias de duração. Segundo Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, as negociações contratuais entre os Chiefs e o astro estagnaram e isso levou ao boicote.

Jones resolveu não participar de todos os treinamentos voluntários de offseason, na esperança de conseguir um novo contrato. Porém, como não conseguiu uma renovação, ele também vai se manter fora da porção obrigatória de treinamentos.

Como é o caso de todos os jogadores que estão sob contrato, Jones pode tomar multas de até US$ 88.650 por perder o minicamp obrigatório, como é previsto no acordo coletivo de trabalho. As multas ficam a critério dos times.

Selecionado na segunda rodada do draft de 2016, Jones deve faturar apenas US$ 1,2 milhão de salário-base em 2019. E, sendo um dos melhores homens de interior de linha defensiva da NFL, ele merece mais. Atualmente com 24 anos, ele está vindo de uma temporada com 15,5 sacks.

– Depois de participar do minicamp obrigatório, o running back Le’Veon Bell não foi visto em campo durante o primeiro dia da semana final de OTAs (organized team activities) do New York Jets. Vale lembrar que estas sessões são voluntárias.

Além de Bell, o cornerback Trumaine Johnson e o safety Jamal Adams também não estavam presentes nas atividades desta terça, segundo repórteres locais.

Não é novidade que Bell não participe de sessões voluntárias de treinos, já que ele prefere trabalhar separadamente do seu modo e com seus preparadores físicos.

– O Indianapolis Colts fechou uma extensão de contrato de quatro anos, com valor de US$ 4,85 milhões, com o long snapper Luke Rhodes. Assim, ele se torna o long snapper mais bem pago da NFL. O acordo prevê US$ 1,25 milhão garantidos.

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