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Atualmente com 48 anos, Todd Marinovich tenta volta ao futebol americano

Todd Marinovich, ex-quarterback da NFL

(Crédito: Youtube/reprodução)

Todd Marinovich, ex-quarterback da National Football League, deseja voltar a jogar futebol americano e está tentando um retorno ao esporte aos 48 anos de idade. Há menos de um ano, ele foi preso com drogas e estava completamente nu.

A última vez que o signal caller atuou foi há 16 anos, com o Los Angeles Avengers, time da Arena Football League, depois que ele foi dispensado pelo Los Angeles Raiders, em 1993. Marinovich agora pretende vestir o uniforme do SoCal Coyotes, equipe da World Developmental Football League (WDFL).

Marinovich foi treinador assistente dos Coyotes na temporada passada e ele afirmou que está “super animado” para competir pela vaga de quarterback titular do time com Jacob Russell, de 25 anos de idade, quando os treinos começarem no dia 10 de agosto, em Indio, na Califórnia.

“É o melhor esporte do planeta e estive longe por tanto tempo. Não consigo pensar em nada mais divertido. A recuperação mudou todos os aspectos da minha vida e a melhorou, então por que isso não iria para o campo de futebol americano?”, afirmou o ex-QB aos jornalistas na última sexta-feira (7), segundo o jornal ‘Desert Sun’.

A WDFL é formada por 16 times da Costa Leste dos Estados Unidos, quatro da Costa Oeste e mais quatro na África do Sul. A missão da liga é “desenvolver jogadores, treinadores e comissão para que eles possam avançar ao próximo nível”.

Todd Marinovich disse nesta sexta que se manteve longe do álcool desde que foi preso em 2016, quando foi encontrado nu em um quintal segurando uma bolsa marrom que continha maconha e metanfetamina.

Na ocasião, o ex-Raiders foi indiciado por invasão de propriedade, posse de uma substância controlada, posse de parafernália de drogas e posse de maconha.

O ex-quarterback não vai precisar passar tempo na cadeia se ficar longe dos problemas legais por um período de 36 meses.

“Eu realmente não posso levar o crédito por nada. A única coisa que me foi dada foi o dom do desespero, o que é preciso para começar. E eu sou um trabalho em progresso. Deus trabalha de maneiras que eu nunca tinha visto até estar no deserto. Eu não fazia ideia do que eu estava me metendo. Eu só sabia que precisava de ajuda e que não podia fazer isso sozinho”, declarou.

Os problemas de Marinovich com as drogas vêm desde que ele virou uma estrela como quarterback calouro de Southern California, na temporada 1989, o que levou a uma vitória dos Trojans sobre Michigan no Rose Bowl.

Ele foi indiciado por posse de cocaína um mês depois do Sun Bowl de 1990 e entrou no draft da NFL, quando foi selecionado na primeira rodada pelos Raiders. Marinovich acabou sendo dispensado após duas temporadas, depois de repetido uso de drogas, e se tornou uma das maiores decepções da história da liga.

Segundo os Registros do Condado de Orange, a ficha criminal de Marinovich inclui se declarar culpado por acusações de crime de cultivar maconha em 1997.

Em 2000, ele tentou resgatar sua carreira com os Avengers e foi nomeado para o time de calouros da Arena Football League, mas foi preso sob suspeita de posse de heroína e cortado pelo time oito meses mais tarde.

Já em 2005, ele novamente foi acusado de posse de drogas e, dois anos depois, ele foi fichado por posse de uma substância controlada, posse não autorizada de agulha hipodérmica e resistência à prisão.

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