NFL

Artie Burns revela que Steelers devem utilizar mais marcação homem a homem

Artie Burns, cornerback do Pittsburgh Steelers

(Crédito: Instagram/reprodução)

Jogar contra Tom Brady ensina coisas aos adversários. E o Pittsburgh Steelers pretende utilizar a lição da última final da Conferência Americana (AFC) para ter mais chances de chegar ao próximo Super Bowl.

Há quase cinco meses, os Steelers foram derrotados por 36 a 17 na decisão da AFC, em jogo no qual Brady teve mais uma de suas atuações de gala, acertando 32 passes de 42 para 384 jardas e três touchdowns. No confronto, os Steelers fizeram muita marcação por zona, estratégia que acabou sendo muito pouco efetiva, e pouco marcaram homem a homem.

E, segundo o cornerback Artie Burns, o time da Pensilvânia deve abusar mais da marcação individual porque “essa é a maneira de vencer um Super Bowl”.

“Todo time que ganhou Super Bowls nos últimos anos conseguiram jogar bem na marcação homem a homem. Nós queremos time que jogue assim, que pressione o quarterback e ataque a cobertura no downfield”, declarou o camisa 25 nesta quarta-feira (31), durante as OTAs dos Steelers.

Os dois times que disputaram o Super Bowl LI, o campeão New England Patriots e o vice Atlanta Falcons, tiveram sucesso com marcações individuais e o Denver Broncos, campeão do Super Bowl 50, também.

Artie Burns foi selecionado na primeira rodada do draft de 2016 pelos Steelers, com a 25ª escolha geral, e o defensive back foi trazido justamente para ajudar na marcação homem a homem. Apesar disso, o time não tinha peças suficientes para o planejamento ser viável.

Nesta offseason, a franquia trouxe Coty Sensabaugh e selecionou Cam Sutton, que jogava como press corner na Universidade de Tennessee, na terceira rodada do draft. Os Steelers também mantiveram os titulares Ross Cockrell e William Gay.

Questionado sobre o que os QBs adversários podem fazer contra uma marcação zona, Burns explicou que os signal callers adversários conseguem achar zonas sem cobertura.

“Sempre tem alguma abertura em uma defesa em zona. É alguém que perdeu o tempo, ou é sempre um grupo em uma defesa em zona. Ser capaz de jogar homem a homem, ter um cara bem no peito de alguém com a pressão, afeta o quarterback um pouco”, finalizou Artie Burns.

Comments
To Top