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Absoluto! Seahawks atropelam Broncos e conquistam o seu primeiro Super Bowl da história

Incontestável. Irrepreensível. Impecável. Faltam adjetivos para descrever o título do Seattle Seahawks no Super Bowl XLVIII. Mostrando um futebol americano de altíssima qualidade durante toda a temporada, os representantes do estado de Washington fizeram talvez a sua melhor apresentação justamente na partida mais importante e derrotaram o Denver Broncos de Peyton Manning pelo placar de 43 a 8.

Os Seahawks chegaram a abrir 36 a 0 nos minutos finais do terceiro quarto, tomaram ainda oito pontos, mas fizeram mais sete e levantaram o Vince Lombardi pela primeira vez na história.

A defesa do Seattle Seahawks foi o grande destaque da partida e teve atuação sensacional, não permitindo que Peyton Manning ficasse tranquilo dentro do pocket como foi visto nos últimos compromissos da franquia do Colorado.

Quatro turnovers forçados foi o que a defesa dos Seahawks produziu na última partida da temporada e isso, com absoluta certeza, foi determinante para o triunfo do time de Seattle. Além disso, o sistema defensivo do agora campeão só cedeu oito pontos ao time com o melhor ataque da NFL.

Para comprovar ainda mais a importância da defesa do Seattle Seahawks para o título podemos destacar que o MVP do Super Bowl foi o linebacker Malcolm Smith, que deu dez tackles na partida e interceptou um passe de Manning e retornou 69 jardas para touchdown.

No ataque, o quarterback Russell Wilson fez uma partida discreta, mas muito boa, tendo acertado 18 passes de 25 para 206 jardas e dois touchdowns. Já o running back Marshall Lynch não precisou ser muito acionado e correu 39 jardas e fez um TD terrestre.

Do lado do Denver Broncos, Peyton Manning mais uma vez arriscou 49 passes, tendo conectado apenas 34, e somou 280 jardas, um touchdown e duas interceptações.

O ataque terrestre do time do Colorado foi absolutamente inoperante, tendo somado apenas 27 jardas no jogo todo.

Um velho ditado no futebol americano diz que ataques ganham jogos e defesas ganham campeonatos. E no Super Bowl XLVIII, essa máxima provou-se mais verdadeira do que nunca.

O jogo – Logo no início da partida, as coisas já começaram a dar errado para os Broncos. Manny Ramirez fez um snap horrível, a bola passou por Peyton Manning e rolou até a end zone. O running back Knowshon Moreno agarrou a bola e tomou um tackle de Cliff Avril dentro da própria área de pontuação, o que caracteriza um safety. Os Seahawks abriam o placar: 2 a 0.

Ainda no primeiro quarto, Steve Hauschka acertou dois field goals, um de 31 e outro de 33 jardas, e o Seattle Seahawks abriu 8 a 0 no placar. E foi no segundo período que o Denver Broncos começou a se complicar de vez.

Logo nos primeiros minutos, Marshawn Lynch fez um TD corrido de uma jarda e Malcolm Amith retornou uma interceptação 69 jardas para abrir 22 a 0 antes do outro show: o de Bruno Mars e do Red Hot Chili Peppers.

Depois das atrações do intervalo, não deu tempo nem de o Denver tentar uma reação. Logo no retorno de kickoff, Percy Harvin percorreu 87 jardas e acabou com todas as esperanças dos Broncos realizando o touchdown. Faltando um pouco menos de trÊs minutos para o fim do terceiro quarto, Jermaine Kearse recebeu a bola do Wilson para correr 23 jardas e anotar o TD: 36 a 0 para os Seahawks.

Ainda no terceiro quarto, os Broncos saíram do zero, após Manning conectar um passe de 14 jardas com Demaryius Thomas e ainda realizar uma conversão de dois pontos em passe para Wes Welker e anotar oito pontos.

Porém, a partida estava mais do que liquidada e, ainda no último quarto, Doug Baldwin recebeu passes de dez jardas de Russell Wilson, enganou a marcação e anotou os últimos sete pontos dos Seahawks na partida. Título incontestável e merecido do Seattle Seahawks no Super Bowl XLVIII.

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