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Aaron Rodgers: “situação dos sonhos” seria jogar nos Packers até os 40 anos

Aaron Rodgers, quarterback do Green Bay Packers

(Crédito: Twitter/reprodução)

Aaron Rodgers vai completar 35 anos de idade em dezembro deste ano, em meio à sua 14ª temporada na National Football League, e o astro do Green Bay Packers deixou claro que pretende atuar por uns bons anos ainda.

Se depender dele, o quarterback da franquia de Wisconsin vai jogar por mais cinco temporadas além de 2018.

Em entrevista ao jornalista Peter King, que está agora na ‘NBC Sports’ depois de uma longuíssima passagem pela ‘Sports Illustrated’, Aaron Rodgers observou que seguir no futebol americano até os 40 anos de idade continua sendo seu objetivo.

“Eu amaria jogar aos 40. Eu apenas acho que esse número significa muito. Obviamente, Tom (Brady) está meio que reescrevendo o livro. Brett (Favre) teve uma boa temporada quando completou 40. Meu objetivo é ser capaz de me mover como eu consigo ou próximo disso e ainda ser capaz de fazer isso aos 40 (…) só porque ninguém foi capaz de fazer isso e ainda se movimentar do mesmo jeito. A carreira de Steve Young foi interrompida em seus 30 e tantos anos. John (Elway), o mesmo, realmente não se movia da mesma maneira do que quando era mais jovem. Então, ser capaz de me mover da mesma maneira aos 38, 39, 40 seria legal. Esse é meu objetivo”, afirmou o camisa 12.

Para Rodgers ser capaz de atingir essa meta ainda com a mesma camisa do Green Bay Packers, um novo contrato com a organização terá que sair.

O signal caller tem dois anos remanescentes em seu atual acordo e a equipe tem a possibilidade de utilizar a franchise tag em 2019 e 2020 para segurar o seu jogador mais importante. Assim, os Packers têm o maior poder nas negociações.

Contudo, as duas partes estão otimistas de que um novo contrato de longa duração possa ser fechado nas próximas semanas ou meses, de maneira que Rodgers volte a ser o jogador mais bem pago de toda a NFL.

Nesta offseason, houve muitas especulações de que o próximo contrato de Rodgers terá a maior parte de dinheiro garantida, com possível opção do jogador de optar sair do acordo em determinados anos.

E o QB deu a entender na entrevista a Peter King que está aberto à ideia de um acordo não-tradicional que pode mudar a maneira como os contratos na NFL são estruturados.

“Só está na minha mente porque (…) as pessoas têm escrito e falado muito sobre isso. Tem havido muitas conversas sobre isso. Eu acho que há algum mérito em pensar em fazer um acordo contratual não-tradicional. Se alguém neste momento vai ser capaz de fazer algo assim, acho que precisa haver uma conversa sobre isso. Eu nunca disse nada sobre (amarrar o contrato) ao (salary) cap. Eu apenas acho que há maneira de fazer contratos em que você ainda pode ser competitivo, então o time está feliz com isso, mas tem um pouco mais de liberdade”, pontuou.

E essa liberdade sobre a qual Rodgers se refere não necessariamente significa estar livre para sair do Green Bay Packers. O quarterback fez questão de observar que seu sonho seria permanecer no time pelo restante da carreira. Aaron, entretanto, garante que sabe que jogar toda sua carreira em uma equipe só é uma raridade na NFL.

“Mas eu acho que, no meu tempo lá (em Green Bay), eu percebi que ninguém está acima do time. Eles podem trocar Brett Favre, Jordy Nelson. Eles podem não renovar com Charles Woodson ou Julius Peppers. Eles tomam decisões que são do melhor interesse do time. Poderia ser eu em algum momento. Você tem que ser humilde o suficiente para perceber isso, e eu sou. Eu amaria poder (permanecer)”, ressaltou. “(…) Quantos caras realmente escolhem a maneira e o time em que vão embora? Sabe? Quase ninguém. Você tem que entender que é uma possibilidade real. Mas sim, minha situação dos sonhos seria ficar em Green Bay”, finalizou Aaron Rodgers.

A sua e a de 11 em cada 10 torcedores dos Packers, Aaron…

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