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Aaron Rodgers: “não estou voltando para salvar” o Green Bay Packers

Aaron Rodgers, quarterback do Green Bay Packers

(Crédito: Twitter/reprodução)

O tão aguardado retorno de Aaron Rodgers aos gramados está perto de acontecer. O quarterback confirmou na última madrugada que foi liberado clinicamente para retomar às atividades, mas ele não quer ser visto como salvador da pátria.

O clima estava diferente no vestiário da franquia de Wisconsin nesta quarta, depois que o camisa 12 iniciou a preparação para sua volta no domingo contra o Carolina Panthers, após ficar afastado por quase dois meses devido a uma fratura na clavícula. Mas o astro sabe que será necessário mais do que apenas sua volta para que a equipe consiga uma vaga nos playoffs.

“Esperamos que isso dê um impulso a alguns dos caras, mas não estou voltando para salvar esse time. Estou voltando para jogar como quarterback da maneira que sei. Espero que todos aumentemos nosso nível de jogo coletivamente e encontremos uma maneira de ganhar esses três jogos”, falou Rodgers.

O técnico Mike McCarthy não quer que os Packers tenham “um monte de confiança falsa” apenas porque Rodgers está de volta.

Atualmente com campanha de 7-6, Green Bay deve ter que vencer seus três jogos finais na temporada regular de 2017 para ter uma chance real de avançar à pós-temporada pelo nono ano consecutivo.

Com Brett Hundley substituindo Rodgers, os Packers tiveram três vitórias e quatro derrotas, incluindo duas vitórias seguidas na prorrogação nas últimas duas semanas para manter a equipe respirando.

“Eu acho que nosso time de futebol americano fez um excelente trabalho de encontrar diferentes maneiras de vencer”, frisou McCarthy. “Nós não vamos a Carolina com um monte de confiança falsa. Entendemos o impacto que Aaron Rodgers exerce em nosso time e, cara, o impacto que ele teria em qualquer time. Ele é um grande jogador; é um jogador impactante. Estamos na posição que estamos. Estamos com 7-6. Nós entendemos claramente o que está em jogo aqui”, observou o head coach.

Rodgers teve um grande início de temporada 2017 antes de fraturar a clavícula direita no dia 15 de outubro, durante uma derrota para o Minnesota Vikings. O astro dos Packers liderou a liga em passes para touchdown (13) nas primeiras cinco semanas e ajudou o time a conseguir incríveis vitórias de virada sobre o Cincinnati Bengals e sobre o Dallas Cowboys.

Agora, oito semanas depois, o signal caller terá que retomar seu ritmo para efetivamente ajudar o time a vencer e vencer.

Tecnicamente, Rodgers ainda nem está no elenco ativo de Green Bay ainda, porque ele não pode ser ativado da injured reserve antes da marca de oito semanas, que será na sexta. Mas o QB teve repetições na equipe titular no treinamento desta quarta.

“Eu me sinto confiante de que poderei ir lá e jogar da maneira que sempre joguei, mas estive fora por sete jogos e afastado por um tempo. Então, será preciso ir lá, conseguiu o primeiro passe, tomar a primeira pancada, e eu provavelmente vou me instalar”, frisou Rodgers.

O quarterback titular dos Packers já tem experiência anterior em situações similares.

Em 2013, ele perdeu sete jogos devido a uma fratura na clavícula esquerda. Naquela oportunidade, ele não precisou passar por cirurgia, como foi o caso desta vez. Quando o camisa 12 voltou para o último jogo da temporada regular naquele ano, contra o Chicago Bears, ele conseguiu liderar a equipe a uma vitória. Na ocasião, ele fez apenas um scramble e, ainda que tenha sofrido três sacks, ele antecipou a pressão em dois deles e caiu antes de tomar a pancada.

E essa experiência passada deve ajudar.

“Eu não estaria aqui pronto para jogar se não estivesse confiante de que posso ir lá e jogar do jeito que sempre joguei. Não há como fazer isso. É um esporte arriscado; é um esporte perigoso. Há riscos cada vez que você pisa em campo”, ressaltou.

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