NBA

Arrasador, John Wall marca 42 pontos e Wizards eliminam Hawks dos playoffs

 Atlanta Hawks (43-39) 99 X 115 (49-33) Washington Wizards   – 4 a 2 pró-Wizards

Cara do jogo: Baita cara, aliás. John Wall mostrou que é um verdadeiro jogador de franquia, botou a bola embaixo do braço e liderou seu time em quadra. Foram 42 pontos, 16 de 25 nos arremessos de quadra, 9 de 10 nos lances livres e ainda 8 rebotes.

Série encerrada. Os Wizards, pela primeira vez na série, conseguiram vencer fora de casa, fizeram um sonoro 115 a 99 e eliminaram os Hawks no jogo 6.

Além dos 42 pontos de Wall, o time visitante contou com mais 30 pontos de Bradley Beal. Ou seja, 73 pontos saíram das mãos da dupla, isso sem contar as assistências. Os Hawks simplesmente não conseguiram responder ao volume de jogo dos dois e amargaram uma eliminação na Philips Arena, em Atlanta, Georgia.

 

É fato que o time caiu de pé, foi muito valente, principalmente Paul Millsap e Dennis Schroder. Millsap se consolidou como o grande jogador da equipe e finalmente mostrou que tem condições de liderar um time; 31 pontos e 10 rebotes para ele. Já Schroder, em plena ascensão, provou que tem talento para ser titular. O alemão terminou com 26 pontos e 10 rebotes.

De negativo mesmo só o pífio desempenho de Dwight Howard. O pivô só deu as caras em um único jogo da série (jogo 3) e foi só decepção. Será o fim dele em Atlanta?

O JOGO

Pelos números de John Wall e Bradley Beal fica claro que a defesa dos Hawks não soube como marcar os dois. Lógico que a dupla teve seus méritos, mas Atlanta errou nas coberturas e deu muito espaço, faltou encostar mais, dificultar o arremesso, chegar mais junto.

Como o ataque se embananou todo e cometeu 22 turnovers, a defesa ficou mais pressionada ainda. E a franquia de Washington, percebendo essa hesitação, forçou o jogo de transição. Nada menos do que 28 pontos vieram de contra-ataques extremamente velozes. Méritos para o comandante dos Wizards, Scott Brooks que programou seu time para aproveitar a lentidão defensiva de Atlanta. Algo muito parecido com o que ele fez nos tempos de OKC City Thunders.

 

Por jogar neste ritmo alucinante, os Wizards quase pagaram um preço alto. O time liderou toda a partida, os Hawks nunca ficaram a frente, mas a vantagem, que chegou a ser de 25 pontos, despencou no último período e caiu para apenas três pontos.

O cansaço bateu e por muito pouco não custou caro para os Wizards. Mas se o fôlego faltou, a confiança aflorou. Beal e Wall trataram de resolver a questão e puseram um basta na reação.

 

(Crédito: Instagram/reprodução)

John Wall resolve a parada, Wizards vencem o jogo 5 e abrem 3 a 2 na série contra os Hawks

Washington Wizards (49-33) 103 X 99 (43-39) Atlanta Hawks – 3 a 2 pró-Wizards

Cara do jogo: John Wall. Não tem como ser diferente. Eu sei que Bradley Beal terminou como o cestinha da partida com 27 pontos, mas Wall fez um duplo-duplo (20 pontos e incríveis 14 assistências), girou a bola, deu confiança aos companheiros e ainda fez a cesta derradeira da vitória. Como trabalhou esse John Wall! 51 pontos, dos 103, passaram pelo homem!

 

Não tem jeito. Jogo fora de casa, perde. Jogo no conforto do lar, vitória na certa. A série entre Wizards e Hawks tem sido assim. E o jogo 5 não fugiu da regra. Vitória dos Wizards pelo placar de 103 a 99, no Verizon Center, em Washington D.C.

Agora a série retorna para Atlanta, que jogará a vida nos playoffs no jogo 6. Mas jogará em casa, então já viu, né.

Apesar de ter sido o principal jogador dos Wizards, John Wall sofreu com Dennis Schroder. O alemão estava endiabrado e deu uma canseira enorme em seu marcador. Foram 29 pontos para o cestinha da partida, que ainda distribuiu 11 assistências. Schroder  teria sido O CARA da partida não fosse a derrota. Playoffs tem dessas.

O JOGO

Uma partida lá e cá. Sempre que um time abriu uma vantagem, o adversário correu atrás e tirou a vantagem. Os números mostram que o jogo foi muito parecido para ambas as equipes. Contudo, como em toda partida, houve um diferencial. E não estou falando de John Wall, que fez o time jogar e foi o destaque da partida.

Pela primeira vez nessa série tão igual, tão disputada, o banco dos Wizards apareceu. Finalmente, os reservas contribuíram. Aliás, para ser mais correto, finalmente Bojan Bogdanovic acordou para os playoffs. O bósnio, que foi uma das melhores trocas feitas durante a temporada regular, andava sumido, meio que impressionado com o tamanho de tudo que estava acontecendo ao seu redor.

Dos 26 pontos que vieram do banco de Washington, Bogdanovic fez 14. Todos os reservas dos Hawks somaram 19 pontos. E tal desempenho obrigou Paul Millsap e companhia a forçar muitas bolas. Taurean Prince (4-11) e Tim Hardaway (6-18) amassaram o aro. Para se ter uma ideia, Atlanta arremessou 11 bolas a mais e teve um aproveitamento de 41%. Já os Wizards não gastaram o braço à toa e terminaram com 45% de aproveitamento. Vale ressaltar que Otto Porter Jr. estava com a mão quente e teve um aproveitamento de 71% nos arremessos de quadra, além de 9 de 10 nos lances livres.

Vale também ressaltar os turnovers. Por jogar em casa, acredito eu, os Wizards estavam mais pacientes e incisivos com a bola nas mãos e cometeram apenas 7 erros. Já os derrotados erraram 11 vezes. O mais regular foi Dennis Schroder, mas que sozinho não foi páreo. Faltou intensidade para os Hawks, que dormiram muito na defesa, como na enterrada de Kelly Oubre Jr.

 

E os Hawks também dormiram no ataque. A equipe teve a chance de encostar nos segundos finais, mas girou a bola, fez vários passes antes de ir para cesta. Mérito da defesa do Wizards que marcou sem fazer falta e bloqueou na hora do rebote.

Atlanta Hawks domina o jogo 4, vence Washington Wizards e empata série em 2 a 2

(Crédito: Instagram/reprodução)

Atlanta Hawks (43-39) 111 x 101 Washington Wizards (49-33) – 2 a 2 na série 

Cara do jogo: Difícil falar, já que finalmente Dwight Howard acordou para os playoffs com seu duplo-duplo (15 rebotes e 16 pontos), mas Paul Millsap fez um pouco de tudo e merece mais que o pivô. Millsap flertou com um triplo-duplo (19 pontos, 9 rebotes e 7 assistências), além de se impor na defesa, lutar muito no ataque e atrair a marcação para que os companheiros chutassem livres. Ah, ele fez um pouco de mágica também!

Dois homens contra um time. Bradley Beal e John Wall bem que tentaram, mas o conjunto dos Hawks voou mais alto e venceu o jogo 4 pelo placar de 111 a 101. Agora a série está empatada em 2 a 2, com cada time vencendo os dois jogos que fizeram nas respectivas casas. O mando vem fazendo a diferença e mexendo com os ânimos dos jogadores.

Até Dwight Howard, que ainda não tira aparecido na série, deu o ar da graça e dominou o garrafão. E o que falar de Jose Calderon, 10 pontos, +- de + 29, líder dos reservas e que deu um trabalho danado para a defesa dos Wizards. E o ex-titular Ken Benzemore com 16 pontos também saindo do banco. O bonde dos Hawks ainda contou com 18 pontos de Dennis Schroder e mais 15 de Tim Hardaway Jr.

Como dito antes, Beal, 32 pontos e cestinha da partida, e Wall, 22 pontos e 10 assistências, não suportaram o ritmo e o conjunto dos Hawks. Por mais que a dupla fizesse, a resposta sempre vinha.


O JOGO

O domínio dos Hawks foi tão intenso que os Wizards venceram em apenas dois quesitos. É certo que a diferença nem foi tão grande assim na maioria, mas mostra que um time foi bem superior ao outro. Os visitantes só foram melhores nos lances livres (78% contra 76%) – ou seja, quase nada; e também bloquearam mais bolas (5 contra uma dos Hawks). No restante dos quesitos, Atlanta ganhou de lavada, e olha que não existe o quesito intensidade, porque nesse os Wizards ficariam devendo e muito.

 

Howard jantou Marcin Gortat e os Hawks dominaram o garrafão. Nos rebotes, a diferença nem foi tão grande, sendo 49 para Atlanta e contra 46 de Washington. Porém, nos pontos dentro do garrafão a coisa ficou feia para os Wizards, que marcaram 30 pontos, contra 44 dos Hawks, quase que a diferença final de pontos, o que aponta que o jogo foi perdido perto da tabela.

Outro diferencial forte foi o banco de reserva. Atlanta, com Calderon, Benzemore e Ersan Ilyasova, somou 32 pontos. Já Brandon Jennings, Jason Smith e companhia contribuíram com ridículos 10 pontos. Que surra dos reservas!

Mas além disso, os Wizards cometeram mais erros (15 contra 12) e se perderam em falta bobas perto da cesta. Mesmo assim, os Wizards empataram o duelo no final do terceiro período, mas os reservas dos Hawks (eles de novo), com ajuda de Millsap, fizeram uma sequência de pontos e definiram o jogo. O retorno para Washington pode mudar as coisas, já que o fator casa tem sido fundamental na série.

Hawks

(Crédito: Twitter/reprodução)

Paul Millsap brilha, Hawks dominam e vencem a primeira na série

Atlanta Hawks (43-39) 116 x 98 Washington Wizards (49-33) – 2 a 1 na série pró-Wizards

Cara do jogo: Paul Millsap (29 pontos, 14 rebotes e cinco assistências)

No primeiro jogo em sua cara, a Philips Arena, o Atlanta Hawks conseguiu sua primeira vitória na série e construiu sua vitória em grande parte no primeiro quarto, quando abriu 18 pontos de vantagem ao fazer 38 a 20. Vale também notar a consistência da equipe comandada por Mike Budenholzer, que fez 26 pontos em três quartos e 38 no primeiro quarto.

Com a vitória o time da Geórgia tira as costas da parede, já que poderia ficar com uma desvantagem de 3 a 0, correndo risco de ser varrido e de entrar em uma situação quase impossível de se reverter. O próximo jogo entre as duas equipes é na segunda-feira.

A equipe da casa também teve superioridade nos rebotes (50 contra 42) e também nos turnovers, sofrendo quatro a menos do que seu adversário. A franquia da Geórgia não foi bem nos lances livres, tendo aproveitamento de apenas 59,4%, mas teve superioridade percentual nos arremessos de quadra, acertando 49,4% dos seus chutes, enquanto os Wizards ficaram em 41,6% de aproveitamento.

O grande nome da partida foi Paul Millsap, que foi o cestinha da partida (29 pontos) e o jogador com mais rebotes (14), ficando com um double-double. O armador Dennis Schroder também fez um jogo excelente, anotando 27 pontos e dando nove assistências. O calouro Taurean Prince foi um bom coadjuvante e marcou 16 pontos. A soma dos pontos anotados por esses três jogadores (72), corresponde a 62% dos 116 pontos dos Hawks. Apesar de uma atuação fraca ofensivamente, Dwight Howard foi bem nos rebotes, sendo o segundo melhor jogador em quadra neste quesito, com 11 rebotes.

Já o Washington Wizards voltou a ter uma grande atuação de John Wall, que marcou 29 pontos, deu sete assistências e pegou quatro rebotes. No entanto, o resto do time da capital não foi bem e deixou o astro dos feiticeiros sem apoio. Bradley Beal só fez 12 pontos, ficando atrás o reserva Brandon Jennings (13 pontos em 17 minutos).

Um fato que chama a atenção é o dos titulares da equipe de Washington, com exceção de John Wall, terem ficado limitados a 30 pontos, o que prova que o armador jogou basicamente sozinho neste sábado.

(Crédito: Twitter/reprodução)

Washington Wizards vence com dupla inspirada e segue imbatível contra o Atlanta Hawks

Washington Wizards (49-33) 109 X 101 (43-39) Atlanta Hawks – 2 a 0 pró-Wizards

O cara do jogo:  John Wall é o principal jogador da série, marcou 32  pontos, terminou com um aproveitamento de 9-20 nos arremessos e nove assistências. Ele foi o cara. Mas dessa vez, Wall teve uma ajuda enorme de Bradley Beal e de seus 31 pontos, sendo 16 no último quarto. Wall teve um aproveitamento de 45% nos arremessos de quadra, além de acertar 12 de 15 nos lances livres. Ele foi o cara, mas teve um outro cara muito bom ao seu lado.

Muito mais apertado que a primeira partida, o segundo encontro entre Hawks e Wizards, no Verizon Center, seguiu quase o mesmo roteiro: início nervoso, muitos erros e faltas de ambos os lados, o que deixou o jogo muito lento, e mais uma ótima apresentação de John Wall. Perto de um duplo-duplo, o armador comandou a vitória da franquia de Washington sobre Atlanta Hawks pelo placar de 109 a 101.

Agora a série se muda para Atlanta, o que deve mexer com os ânimos da equipe que está perdendo por 2 a 0 e que precisa reagir rapidamente. Paul Millsap terminou com um duplo-duplo (27 pontos e 10 rebotes) e foi bem nos lances livres (14 15). Dennis Schroder anotou 23 pontos, mas forçou uma enormidade de bolas – 1 de oito nos arremessos de três pontos. Atlanta flertou com a vitória, mas não soube segurar a dupla rival.

O JOGO

Os norte-americanos costumam chamar alguns jogadores que fogem do contato de “soft”. Bem, o Atlanta Hawks é um time inteiramente “soft”. O time parece que ainda está na temporada regular. A intensidade dos Wizards é enorme e os Hawks parecem preferir um jogo menos vibrante.

É certo que essa segunda partida se mostrou mais dura, sendo decidida nos dois minutos finais, o que prova que os Hawks podem bater de frente e que não ficam muito atrás em termos técnicos. Mas na hora da decisão, na hora de forçar o adversário ao erro, seja pressionando ou intimidando, a franquia de Atlanta trava e se mostra frágil.

E a fragilidade vem em erros, afobação e frustração. Apenas quatro bolas de três pontos entraram entre 20 tentadas. Os Hawks erram 18 vezes contra 11 da franquia da capital. Na maior parte do tempo, a defesa de Atlanta sempre chegou atrasada na marcação e não encontrou respostas para o jogo de Wall e Beal.

 

Nem nos rebotes a equipe dos Hawks levou vantagem. Dwight Howard terminou com apenas 7 rebotes, enquanto Marcin Gortat pegou 10 e ainda somou 14 pontos. Sem o garrafão, os Hawks forçaram de fora e pouco conseguiram. É preciso ressaltar também que o banco de Washington foi melhor. Brandon Jennings, 10 pontos, e Jason Smith, 8 pontos, vieram bem e mantiveram um bom ritmo. Já Kent Bazemore, com 8 pontos, foi o único a se destacar no banco dos Hawks.

Mesmo com o 2 a 0, a série promete ser longa. Atlanta pode melhorar em alguns pontos e tem tudo para ganhar no mínimo uma partida em casa. O difícil vai ser parar Wall, Beal e os Wizards.

John Wall decide e Washington Wizards vence primeiro jogo contra o Atlanta Hawks

Washington Wizards (49-33) 114 X 107 (43-39) Atlanta Hawks – 1 a 0 pró-Wizards

O cara do jogo: John Wall demorou para engrenar, mas depois colocou os Hawks no bolso. Foram 32 pontos (12/24 nos arremessos) e 14 assistências.

Assim como toda a série deve ser, o jogo 1 foi bem disputado, mas só um dos times tem um verdadeiro All-Star e ele não decepcionou. John Wall soube superar o fraco início de partida e comandou a vitória do Washington Wizards sobre o Atlanta Hawks pelo placar de 114 a 107, em partida disputada no Verizon Center, casa dos Wizards.

Esta foi a quarta vitória consecutiva da franquia da capital americana sobre o time da Geórgia, contando também a temporada regular e não só os playoffs.

Além de Wall, os Wizards contaram com cinco jogadores (Gortat, Beal, Morris, Porter Jr. e Oubre) anotando dois dígitos em pontos. É fato que os titulares carregaram o time, já que o banco quase entregou a partida. Entre os outros jogadores, o destaque é para Markieff Morris, que fez sua estreia em playoffs e fez 21 pontos, pegou sete rebotes e deu quatro tocos.

Do outro lado, Paul Millsap se escondeu e o destaque ficou com Dennis Schroder, que fez 25 pontos e fez nove assistências. Além disso, os 19 lances livres acertados nas 22 oportunidades na primeira etapa é o recorde dos Hawks em playoffs desde 2009.

O JOGO

Tudo começou dando muito errado para Atlanta. Paul Millsap teve a chance de abrir o placar, mas errou os dois primeiros lances livres. Se o astro dos Hawks começou mal, o resto do time seguiu o embalo.

Por outro lado, os Wizards também sofriam para marcar, o que deixou a partida feia, recheada de erros. Mesmo assim, os anfitriões abriram 10 pontos de vantagem.

Porém, o maluco primeiro quarto ainda reservava uma virada sensacional dos Hawks. Impulsionados pelos erros do nervoso John Wall e do estabanado Markieff Morris, Atlanta passou à frente e não olhou mais para trás.

O banco de Washington era inofensível, enquanto o de Atlanta carregava o time. Ilyasova e Bazemore botaram fogo na partida. Já Bogdanovic e Jennings esfriaram os Wizards.

Por todo o segundo quarto, Atlanta controlou o ritmo e deu a impressão de que deslancharia na partida. Mas seguidos erros e faltas bobas recolocaram Washington na partida. E quem diria, Markieff Morris comandou a reação dos Wizards e os times foram para o intervalo com os visitantes vencendo por apenas 3 pontos.

E nem o intervalo freou o momento mágico de Morris! O ala voltou com tudo e recolocou os Wizards à frente. Aliás, Morris fez mais do que isso. Ao ver o companheiro vibrando e metendo bola atrás de bola, Wall não pensava duas vezes em acioná-lo.

O terceiro quarto se resumiu ao bom desempenho da dupla dos Wizards. Do outro lado, só Dwight Howard, um monstro nos rebotes, aparecia. Dennis Schroder até que tentava, mas os Wizards só aumentavam a diferença. Wall ia subindo de produção e afundando os Hawks.

E o quarto período seguiu no mesmo ritmo. A guarda de Atlanta foi caindo, caindo, até não levantar mais.

 

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