NBA

Sem Stephenson, Paul George reconhece pressão sobre Pacers

 

Parece que julho foi um mês um pouco ruim para o Indiana Pacers, com a saída de Lance Stephens

(Crédito: Instagram/reprodução)

(Crédito: Instagram/reprodução)

on para o Charlotte depois do que pareceu uma disputa de contrato desnecessária e com LeBron James assinando com uma divisão rival. Ou talvez seja como os Pacers queiram que as pessoas vejam.

Os Pacers fizeram a última temporada ser mais fascinante com sua rápida ascensão e queda, que foi centrada em torno de eventos por vezes imprevisíveis e crises ímpares de problemas de química.

Mas houve uma questão central que ninguém associado ao time irá negar: Os Pacers lutaram bravamente no topo da classificação, depois de anos sendo os “azarões”. E eles já parecem preferir retornar ao papel mais confortavelmente.

“Com a saída de Lance, todo mundo pensa que será um ano de reconstrução para nós, imediatamente após a ida de LeBron para Cleveland fez deles os favoritos”, disse Paul George durante um treinamento do Team USA nesta semana.

Que time será o favorito no Leste logo será determinado, dependendo da habilidade dos Cavs de negociar com Kevin Love, de como os reforços da pré-temporada do Chicaco Bulls irão se preparar e como o novo Miami Heat funcionará. Também, por acaso, o reposicionamento de James quebrou a equipe que eliminou os Pacers dos playoffs nos últimos três anos.

Mas os Pacers, com um núcleo forte liderado por George, certamente não estão se reconstruindo, certo?

“As pessoas veem isso desse modo”, insistiu George, talvez ainda tentando vender a ideia. “Há recebi muita pressão e estou entrando neste ano e estou pronto para viver de acordo com essa pressão.”

Há outra coisa que George talvez esteja tentando vender neste verão. Em geral, George foi sempre um defensor de Stephenson; eles entraram juntos na liga em 2010 e cresceram juntos nas últimas quatro temporadas. Eles mantiveram contato durante o processo de livre agência de Stephenson, que terminou com o contrato de três anos e 27 milhões de dólares com os Hornets, no lugar no contrato de cinco anos com o Indiana, onde a equipe ofereceu 44 milhões.

“Obviamente, eu queria que ele voltasse, nós ganhamos tanta química juntos”, disse George. “Mas eu não quis tomar a decisão por ele.”

Mas quanto George e o restante dos colegas de equipe realmente queriam Stephenson de volta? Frequentemente, ele era o melhor jogador dos Pacers, e não há como negar seu talento. O presidente do time, Larry Bird, disse publicamente e fortemente em diversas ocasiões que ele queria manter Stephenson, apesar de os Pacers serem tão rígidos em sua posição mesmo depois de o Charlotte oferecer um aumento relativamente minúsculo no salário anual fez a postura de Bird parecer um pouco questionável.

Francamente, muitas das frustrações internas da equipe durante o segundo semestre da temporada poderia ser rastreada até Stephenson, de uma forma ou de outra. Embora ele fosse destemido defensivamente e infinitamente agressivo, sua propensão para arremessos livres era uma irritação constante para seus companheiros de equipe, assim como suas palhaçadas em quadra e comentários fora dela, que levavam a distrações.

E quando se trata do substituto de Stephenson, o agente-livre Rodney Stuckey, George disse o seguinte: “Stuckey vai ser um jogador que muda toda a sua carreira em torno dele. Ele é um cara de sistema que se encaixa perfeitamente no que fazemos. Ele joga na defesa, sabe como jogar o pick-and-roll. Stuckey vai caber direitinho no papel de Stephenson.”

Stuckey não é Stephenson – mas o fato é que o Pacers o contratou por um contrato mínimo de um ano na terceira semana de julho diz muito sobre isso. Mas as referências de George sobre Stuckey ser um “cara sistemático” não são brincadeira.

Ataques de Stephenson de bola individual e períodos de estatísticas flagrantes não faziam parte do sistema dos Pacers. Stephenson ocasionalmente vencia alguns jogos para eles por que era imune a algumas das influências externas que pesavam a equipe para baixo, mas isso tinha um custo.

George realmente faz parece considerar Stephenson como um amigo, e ele não está totalmente olhando para lançar a culpa por não atingir o objetivo dos Pacers de alcançar as Finais. Sua pré-temporada tem sido focada em jogar próximo à cesta e aprender a criar o espaço, melhorando seu trabalho com os pés e outras técnicas que precisam ser adicionadas ao seu jogo.

Eenquanto ele parece falar por códigos sobre o que a saída de Stephenson significa, ele não está preocupado com o peso da responsabilidade.

“Os olhos estão em mim este ano”, disse George. “Recebi muita pressão e estou entrando nesse ano pronto para viver esse ano de acordo com essa pressão.”

Comments
To Top