MLS

Futebol dos Estados Unidos pode ficar cada vez mais “brasileiro”

A Major League Soccer (MLS) pode se tornar mais “brasileira”. O New England Revolution, de Boston, nos Estados Unidos, montou um escritório no Rio de Janeiro para observar jogadores do que atuam no futebol brasileiro. Desde novembro de 2021 a equipe está observando jovens atletas e intensificou o trabalho em todo o país. Sendo assim, o objetivo do clube estadunidense é ter, pelo menos, 70% do seu time B formado por “brazukas

A sua inspiração para este projeto é o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. A saber, os ucranianos ganharam fama na Europa justamente por ter muitos jogadores do Brasil. Ou seja, além de exportar talento brasileiro, criar uma estrutura básica para os jogadores e busca ganhos técnicos e financeiros. No entanto, o New England não é capaz de investir grandes somas de dinheiro em jogadores prontos. Justamente pelas regras rígidas da Liga Norte-Americana de Futebol, o Brasil é um ponto forte.

 O trabalho na verdade acontece em todo o país. Montamos um projeto, estruturamos uma equipe de trabalho e estamos atacando targets específicos. Nosso trabalho de identificação do talento começa no sub-15, ainda que só possamos de fato contratar jogadores maiores de idade. É fundamental conhecer a trajetória do atleta e saber o timing correto para cada movimento. Temos uma equipe para identificar, abordar, analisar o mercado, negociar – contou o chefe de observação internacional do New England Revolution, Sergio Neveleff.

Até o momento, Dylan Borrero, colombiano de 20 anos, foi integrado ao time B norte-americano. Vale ressaltar, que Dylan era jogador do Atlético Mineiro. Em resumo, Maciel, ex-Botafogo, também foi incorporado. Além disso, Neveleff esteve no presente clássico-rei, entre Ceará x Fortaleza. Atualmente, a equipe esta 11º colocado

Foto Destaque: New England

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