MLB

Rob Manfred: mudanças de ritmo de jogo, reformulações e free agency

Rob Mandred, comissário da Major League Baseball, comentou as mudanças de regras para melhorar o ritmo de jogos dias após ele ter implementado um pacote de medidas para reduzir o tempo das partidas.

“O ritmo de jogo é uma questão dos fãs. Nossas pesquisas apontam que é uma preocupação dos fãs. Nossos parceiros de transmissão dizem que é uma preocupação dos fãs. Pesquisas independentes mostram que é uma questão dos fãs”, declarou o chefão da liga durante entrevista coletiva. “Porque é uma preocupação dos fãs, espero que possamos encontrar um terreno em comum com todas as partes para o esporte seguir em frente, porque, no final do dia, os fãs que fazer o motor da MLB rodar. Eles são os mais importantes.

Depois de muita discussão com a Associação dos Jogadores, Manfred abriu mão de utilizar o pitch clock e apenas limitou a visita ao montinho para seis com algumas exceções e diminuiu o tempo dos intervalos.

“Avançamos uma milha, talvez duas, em um esforço para garantir que nós não só recebamos, mas levemos em conta o que os jogadores pensam antes de decidir as mudanças relacionadas ao ritmo de jogo neste ano. Sei que houve confusão sobre isso, mas quero deixar claro: chegamos a um entendimento com a MLBPA em relação às mudanças. É verdade que, no âmbito do acordo de trabalho, tivemos a opção de implementar várias outras medidas unilateralmente. Não seguimos com essas mudanças que poderíamos fazer unilateralmente. Em vez disso, chegamos a um entendimento com os jogadores”

“Avançando, continuaremos nos concentrando nesta questão, porque achamos que é importante para os fãs que continuemos a tentar trabalhar com a MLBPA e os jogadores em soluções que sejam efetivas em termos de nos dar um jogo nítido e rápido. Acho que é uma questão de tempo morto, tirando as partes em que nossos fãs rotineiramente comentam que há falta de ação”, disse ele. Parte do meu pensamento em avançar mais devagar e não implementar algumas mudanças foram os jogadores terem admitido que o ritmo do jogo era um problema e questão que precisávamos melhorar”.

O comissário ainda falou sobre as equipes que estão fazendo reformulações, o que vem preocupando muitos agentes depois da offseason ter se mostrado mais lenta do que o normal.

“Não compro a ideia de que quando um time adota a estratégia de reconstrução isso deve ser considerado tanking (perder de propósito para pegar uma boa posição no draft). Acho que todas as nossas equipes querem ganhar. É por isso que os donos são proprietários. A questão é: qual a estratégia e em que período de tempo eles vão adotar para se colocar em posição de ganhar. Fiz uma pequena pesquisa e você vê jornais de um ano dizendo que Arizona, Colorado, Milwaukee e Minnesota não fizeram o suficiente na offseason para tentar vencer. Três de quatro dessas equipes chegaram para a pós-temporada e outra (Brewers) estavam brigando”.

“Meu ponto de vista é o seguinte: nem sempre é transparente para os outros qual é o plano para vencer e o tempo para isso. Sempre tivemos um esporte cíclico. Os times passaram por ciclos em um esforço para ser competitivo. Suspeito se e quando, junto como a MLBPA, cheguemos a conclusão que este é um problema que precisa ser abordado, ele será abordado na negociação coletiva. Posso te dizer que isso não foi uma grande questão na última negociação”.

Por fim, Rob Manfred falou sobre o mercado de agentes livres.

“Estamos felizes que, nos últimos dias, tivemos uma série de contratos assinados por jogadores importantes. No final do dia, queremos que os jogadores assinem contratos. Queremos os melhores jogadores do esporte. Esse sempre é o nosso objetivo. Gostaria de levantar alguns pontos. Em primeiro lugar as atividades no mercado são bilaterais. O time faz a oferta e o agente e o jogador tem que aceitar. Por várias semanas tenho dito publicamente que existem notícias sobre as ofertas. Estávamos conscientes dessas notícias e acho que a atividade recente mostra que elas eram precisas”.

“Alguns dos atrasos no mercado foram relacionados aos jogadores que tomaram seu tempo de decisão sobre aceitar ou não as ofertas. Não há nada de errado com isso. É o direito do jogador segurar enquanto pode para obter o melhor negócio. Mas, ao avaliar o que está acontecendo, penso que é importante lembrar que é preciso que as duas partes cheguem a um acordo”.

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