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Rienzo e Larkin comentam arbitragem após eliminação no WBC: “fora do controle”

Andre Rienzo não consegiu evitar a eliminação brasileira no WBC Qualifier (Crédito: Yuki Taguchi/WBCI/MLB Photos via Getty Images)

André Rienzo não conseguiu evitar a eliminação do Brasil no WBC (Crédito: Yuki Taguchi/WBCI/MLB Photos via Getty Images)

Do MCU Park, em Nova York (Estados Unidos) – Um dos principais jogadores do torneio e certamente nome de mais destaque do elenco brasileiro, André Rienzo arremessou uma partida competente neste sábado no MCU Park, em Nova York (Estados Unidos), mas não conseguiu evitar a eliminação nacional do World Baseball Classic 2017. Rienzo teve problemas apenas na terceira entrada da partida, quando Grã-Bretanha anotou 3 das corridas da vitória por 4 a 3.

Depois de dois innings tranquilos, cedendo apenas uma rebatida, as dificuldades para o camisa 25 do Brasil iniciaram-se com um balk, chamada contestável durante a partida e que causou muita reclamação do arremessador e do dugout brasileiro. Parecendo desconcentrado pela arbitragem— o que ele refuta —, André permitiu outros dois corredores em base. Com o segundo hit by pitch da entrada, a primeira corrida britânica foi anotada.

“A decisão do árbitros é a decisão dos árbitros. Não tenho controle. O que eu tenho controle é arremessar a bola. Tentei meu melhor, mas infelizmente essa é uma coisa que eu não controlo”, disse o atleta, evidentemente decepcionado com a derrota.

Com 18 temporadas na Major League Baseball, o treinador da equipe brasileira, Barry Larkin, também não concordou com a decisão da arbitragem. “André arremessou um ótimo jogo hoje, mas algumas chamadas duras não foram a nosso favor”, apontou o hall-of-famer e dono de 12 vezes All-Star.

Após encher as bases sem nenhum eliminado, Rienzo parecia ter voltado ao controle da entrada antes de permitir a virada no placar — apesar de ter sido considerado responsável apenas por uma das corridas. O pitcher brasileiro eliminou dois rebatedores britânicos antes de acertar Isaacs na jogada que deu a primeira corrida para Grã-Bretanha. Apesar da entrada turbulenta, o brasileiro descarta a ideia de que a arbitragem o tenha atrapalhado.

“Sempre que jogo pelo brasil, eu dou 110% de tudo que eu posso fazer. E acho que meus ânimos aumentam um pouquinho. [O lance] não me abalou emocionalmente, e tentei manter o controle, infelizmente aconteceu o que aconteceu e as corridas vieram”, afirmou o ex-jogador de Chicago White Sox e Miami Marlins.

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