MLB

A Influência do Ballpark

Great American Ballpark Crédito: Reprodução

Great American Ballpark
Crédito: Reprodução

Existe alguma diferença para os rebatedores ao atuar nos estádios da MLB? É mais fácil anotar um home run em algum campo mais do que outro?

A coluna Quinta Descida desta semana analisa alguns dados e condições que mostram que alguns lugares são mais propícios para os rebatedores, e outros que, ao contrário, privilegiam os grandes arremessadores.

Criado pela ESPN na tentativa de estabelecer um padrão, a escala “Park Factors”, que poderia ser traduzida literalmente para a importância do parque, estabelece uma escala de 0 a 1000 pontos, na qual mais perto da contagem milenar, maior a facilidade para a bola ultrapassar o muro.

Grande alegria dos rebatedores da MLB, o Great American Ballpark, estádio do Cincinnati Reds, no estado de Ohio, é famoso por prejudicar a vida dos arremessadores, já que desde o ano de 2004, se encontra entre em primeiro em todos os rankings que analisam corridas e rebatidas ao longo de toda a temporada. O estádio tem médias de quase 1.300 no padrão “Park Factor”.

Embora não seja tão pequeno como outros lugares, o Coors Park, que abriga o Colorado Rockies, também é altamente benéfico para os rebatedores da liga nacional, principalmente por estar em uma altitude relativamente alta, porque está presente nas Montanhas Rochosas. A altitude é responsável direta pelo grande número de corridas, por uma aplicar uma maior velocidade á bola.

Desde que foi inaugurado em 1995, o estádio do Colorado já foi responsável por empatar em duas vezes o recorde de home-runs em uma única temporada.

Ainda de acordo com o “Park Factor”, o estádio do Colorado, durante os anos de 2010 até 2013, produz cerca de 144 corridas a cada 100 corridas de média na major league baseball.

Alegria dos arremessadores

AT&T Park Crédito: Reprodução

AT&T Park
Crédito: Reprodução

Ao contrário do Great American ballpark e do Coors Park, o AT&T Park, casa do San Francisco Giants, é apelidada por torcedores e imprensa local de “cemitério das bolas voadoras”, principalmente pela dificuldade de rebatidas altas serem realizadas.

Isso acontece pelas dimensões, principalmente no campo centro-direito que chega á 420 pés. Outra estatística que comprova a teoria das “bolas mortas” é que o estádio produz uma média de apenas 74 corridas a cada 100 corridas da liga.

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