NFL

Após sair recuperação, Chris Foerster espera voltar a treinar

Chris Foerster, treinador de linha ofensiva do Miami Dolphins

(Crédito: Twitter/reprodução)

Chris Foerster, ex-assistente do Miami Dolphins, disse para a ‘NFL.com’ que espera voltar a treinar depois de ter concluído sua reabilitação e que o vídeo divulgado dele utilizando cocaína era o que ele precisava para limpar sua vida.

Foerster renunciou ao seu cargo como treinador da linha ofensiva da franquia da Flórida em outubro depois do vídeo ter saído nas redes sociais.

Ele entrou na reabilitação no dia 9 de outubro, no mesmo dia da renúncia, e completou um programa de 60 dias de dependência de drogas e álcool em 8 de dezembro. Além de seus problemas com cocaína, ele abusou do álcool por quase 30 anos.

Atualmente ele está vivendo em uma instalação de sobriedade como parte de um tratamento ambulatorial de 24 dias. Ele é submetido a testes de drogas duas vezes por semana.

Ele afirmou que o vídeo foi filmado durante o período em que ele utilizou cocaína por oito ou nove dias consecutivos. O vídeo foi vazado por Kijuana Nige, que disse que divulgou isso para expor a desigualdade racial nos Estados Unidos. Foerster disse que conheceu Nige na Califórnia, quando os Dolphins deixaram Miami por causa do furacão Irma.

Ele tinha 55 anos na época do incidente e passou seu aniversário na reabilitação.

“Eu estava no ponto em que estava orando por Deus, eu quero essas coisas”, contou.

“Não é como exposto, mas eu quero isso fora da minha vida. Eu não posso fazer isso mais. Tudo isso, eu fiquei fora do trabalho, eu não quero mais fazer isso. Eu não quero beber mais. Eu não quero usar mais. E, com certeza, duas semanas depois o vídeo vazou. Então você pode dizer que é uma intervenção divina. Aos 55 anos, eu não conseguia mais fazer isso”.

Além disso, ele declarou que está aberto a voltar a treinar em qualquer nível, mas que está em paz caso sua carreira tenha acabado.

“Isso será à nível de ensino médio? No college? Não vai acontecer de novo? Então, talvez nunca mais. Eu tive 25 anos na liga e dez no college. Fui abençoado. Fiz um erro terrível e sou responsável por isso. Não fui para o tratamento porque queria recuperar meu emprego. Sabia que isso estava fora de controle. Foi a experiência mais humilhante, mas foi necessária”.

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